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Fernanda Torres, Marjorie Estiano e tantas outras: por que mulheres investem alto em autoconhecimento.

  • Foto do escritor: Daniela Cracel
    Daniela Cracel
  • 1 de out. de 2025
  • 2 min de leitura


Por Daniela Cracel – Psicóloga, Neuropsicóloga e Criadora do Método Borbolete-se



De atrizes renomadas a mulheres anônimas, cresce o número de brasileiras que escolhem investir em terapia, workshops e retiros de autoconhecimento. Fernanda Torres e Marjorie Estiano já revelaram em entrevistas que mergulharam nesse processo para manter equilíbrio diante das pressões da vida pessoal e artística. Mas afinal, o que leva tantas mulheres a abrirem espaço — e orçamento — para olhar para dentro de si?


A mulher que sustenta mundos


A sociedade exigiu da mulher múltiplos papéis: mãe, profissional, esposa, filha, cuidadora.


O autoconhecimento surge como um ato de resistência e sobrevivência emocional.


  • Maria, 42 anos, executiva, buscou terapia ao perceber que não sabia mais quais eram seus sonhos.

  • Carla, 36 anos, mãe de dois filhos, encontrou em rodas terapêuticas o espaço que nunca tivera para si.


Do silêncio ao grito


Historicamente, muitas mulheres cresceram em contextos onde não havia espaço para suas vozes. O autoconhecimento se transforma em caminho de libertação.


  • Ana, 28 anos, superou um relacionamento abusivo reconstruindo a autoestima em terapia.

  • Oprah Winfrey é referência internacional: fala abertamente sobre como o mergulho interior foi essencial para ressignificar sua história.


Investir em si não é luxo, é necessidade

Ainda há quem enxergue o autoconhecimento como supérfluo. Mas mulheres que trilham esse caminho percebem que o investimento não é gasto, é colheita futura: relações mais saudáveis, clareza nas escolhas e fortalecimento da identidade.


Como já dizia Clarice Lispector, encontrar-se é um ato de coragem.


O efeito borboleta

No Método Borbolete-se, costumo dizer que quando uma mulher se conhece, ela se liberta. E quando ela se liberta, transforma o mundo ao redor.


  • Patrícia, 50 anos, após a separação, encontrou não só a cura das dores, mas também a coragem de recomeçar.


Autoconhecer-se é voar para dentro. É coragem, é escolha, é liberdade.


🦋 Daniela Cracel | Método Borbolete-se


 
 
 

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